quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Um tempo como não houve outro...


Vivi um tempo como não houve outro... líderes humanistas gritaram a biliões de miseráveis do mundo, para que ajudassem algumas centenas de marajás multimilionários, das oceânicas dívidas que eles tinham criado, mas cujas consequências seriam pagas por todos, mesmo por quem não tinha para comprar um pacote de arroz ou milho.


E os marajás tiveram auxílio imediato... onde milhões de asiáticos e africanos desesperaram, décadas e décadas a fio, por umas migalhas tão raras... se fossem balas ou minas, tinham-nas no momento. A partir das fábricas dos mesmos marajás.


Um tempo como não houve outro...

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